Kombosa ūüėć (em Paulínia)

Kombosa ūüėć (em Paul√≠nia)

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 22 de agosto de 2014
Leis cervejeiras
“Quem produzir cerveja ruim ou diluía-la, será morto por afogamento”, esse é um dos dizeres do mais antigo código de leis conhecido, o Código de Hamurabi, feito em 1770 a.C., pelo sexto rei da Babilônia. Além dessa lei mais extrema, havia outras relacionadas à produção, comercialização e consumo, como estabelecer uma ração diária de cerveja dependendo do status social: um trabalhador normal receberia dois litros; funcionário público, três litros; e os administradores e sacerdotes, cinco litros por dia. 
No Egito, papiros de 1300 a.C. também se referem à regulamentação e venda das cervejas. Por volta do ano 85 d.C., o imperador romano, Tito Flávio Domiciano, proibiu o cultivo de uvas em terrenos onde pudessem ser semeados cereais. Na Idade Média, a bebida foi utilizada como moeda para pagamentos de impostos.
A Reinheitsgebot, a Lei de Pureza Alemã, criada em 1516 pelo duque Guilherme IV da Baviera, definia que para a fabricação de cerveja só era permitido utilizar água, malte e lúpulo (ainda não usavam a levedura conscientemente). Quem descumprisse ou transgredisse essa ordem era punido pelas autoridades através do confisco dos barris de cerveja. No final da década de 1860, Louis Pasteur descobriu a função do fermento, e a lei teve que ser alterada. Considerada uma das mais antigas regulamentações em defesa do consumidor, a lei é utilizada até hoje por algumas cervejarias.
Outra lei também bem conhecida foi a Lei Seca nos Estados Unidos. No período de 1920 a 1933 era proibida a fabricação, comercialização e consumo de bebidas alcóolicas. Ela é a única lei revogada na Constituição norte-americana.
Na Bélgica, entre os anos 1919 e 1983 era proibido comercializar outras bebidas, além da cerveja, nos bares.

Pela Constituição Brasileira, a cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água potável, por ação da levedura, com adição de lúpulo. Na Alemanha, diferentemente daqui, a cerveja é regida pelas leis de comida, não de bebida, pois ela é considerada alimento, principalmente para os bávaros.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 22 de agosto de 2014

Leis cervejeiras

‚ÄúQuem produzir cerveja ruim ou dilu√≠a-la, ser√° morto por afogamento‚ÄĚ, esse √© um dos dizeres do mais antigo c√≥digo de leis conhecido, o C√≥digo de Hamurabi, feito em 1770 a.C., pelo sexto rei da Babil√īnia. Al√©m dessa lei mais extrema, havia outras relacionadas √† produ√ß√£o, comercializa√ß√£o e consumo, como estabelecer uma ra√ß√£o di√°ria de cerveja dependendo do status social: um trabalhador normal receberia dois litros; funcion√°rio p√ļblico, tr√™s litros; e os administradores e sacerdotes, cinco litros por dia.

No Egito, papiros de 1300 a.C. também se referem à regulamentação e venda das cervejas. Por volta do ano 85 d.C., o imperador romano, Tito Flávio Domiciano, proibiu o cultivo de uvas em terrenos onde pudessem ser semeados cereais. Na Idade Média, a bebida foi utilizada como moeda para pagamentos de impostos.

A Reinheitsgebot, a Lei de Pureza Alem√£, criada em 1516 pelo duque Guilherme IV da Baviera, definia que para a fabrica√ß√£o de cerveja s√≥ era permitido utilizar √°gua, malte e l√ļpulo (ainda n√£o usavam a levedura conscientemente). Quem descumprisse ou transgredisse essa ordem era punido pelas autoridades atrav√©s do confisco dos barris de cerveja. No final da d√©cada de 1860, Louis Pasteur descobriu a fun√ß√£o do fermento, e a lei teve que ser alterada. Considerada uma das mais antigas regulamenta√ß√Ķes em defesa do consumidor, a lei √© utilizada at√© hoje por algumas cervejarias.

Outra lei tamb√©m bem conhecida foi a Lei Seca nos Estados Unidos. No per√≠odo de 1920 a 1933 era proibida a fabrica√ß√£o, comercializa√ß√£o e consumo de bebidas alc√≥olicas. Ela √© a √ļnica lei revogada na Constitui√ß√£o norte-americana.

Na Bélgica, entre os anos 1919 e 1983 era proibido comercializar outras bebidas, além da cerveja, nos bares.

Pela Constitui√ß√£o Brasileira, a cerveja √© a bebida obtida pela fermenta√ß√£o alco√≥lica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e √°gua pot√°vel, por a√ß√£o da levedura, com adi√ß√£o de l√ļpulo. Na Alemanha, diferentemente daqui, a cerveja √© regida pelas leis de comida, n√£o de bebida, pois ela √© considerada alimento, principalmente para os b√°varos.

um brinde ao fim do curso ūüćĽ

um brinde ao fim do curso ūüćĽ

Bom dia! ūüėč (em Bertioga)

Bom dia! ūüėč (em Bertioga)

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 15 de agosto de 2014
Processo de fabricação
O processo de fabricação da cerveja começa com a escolha do malte, depois ele passa por algumas etapas para adquirir as características desejadas. Na malteação, os grãos são submetidos à germinação, depois secos e por fim, passam pela torragem.
Na fabricação do mosto, ou brassagem, ocorre a quebra do grão de malte com o objetivo de expor o amido de seu interior para que as enzimas possam trabalhar no processo seguinte.
É na mosturação que se adiciona água ao malte moído. A mistura é colocada a diferentes temperaturas, permitindo a conversão do amido em açúcares simples, através das reações enzimáticas, amilases e proteases.
A filtração consiste em separar o mosto líquido do bagaço do malte, remover os sólidos e obter a maior quantidade de extrato possível. Esse líquido passa a ser chamado de mosto.
Na fervura do mosto há algumas etapas que são determinantes para o resultado final da cerveja. Ela deve ser intensa para dar estabilidade microbiológica, coloidal e sensorial do mosto. É aqui que é feita a adição do lúpulo: se a intenção for colocar lúpulo de amargor, ele deve ser colocado no começo da fervura, já o de aroma, é adicionado no final.
A eliminação dos sólidos é feita pelo whirlpool, um recipiente cilíndrico, que através da força centrípeta, faz com que eles se acumulem no centro de um tanque, para depois ser descartado.
As leveduras são adicionadas na etapa seguinte: a fermentação. Divididas em dois grupos: de baixa e alta fermentação, elas são responsáveis por transformar os açúcares em gás carbônico e álcool.
Após a retirada das leveduras, começa a maturação. Considerada a parte do processo de lapidação da cerveja, é aqui que algumas cervejarias adicionam especiarias, frutas para dar sabores. Muitas cervejarias utilizam barris de carvalho novo ou usado anteriormente em vinhos, uísque para maturar a cerveja, dando-lhe características especiais.

Agora a cerveja está praticamente pronta, só faltam os ajustes opcionais, como filtração; carbonatação, caso o conteúdo de gás carbônico seja inferior ao desejado; e pausterização para envase.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 15 de agosto de 2014

Processo de fabricação

O processo de fabricação da cerveja começa com a escolha do malte, depois ele passa por algumas etapas para adquirir as características desejadas. Na malteação, os grãos são submetidos à germinação, depois secos e por fim, passam pela torragem.

Na fabricação do mosto, ou brassagem, ocorre a quebra do grão de malte com o objetivo de expor o amido de seu interior para que as enzimas possam trabalhar no processo seguinte.

√Č na mostura√ß√£o que se adiciona √°gua ao malte mo√≠do. A mistura √© colocada a diferentes temperaturas, permitindo a convers√£o do amido em a√ß√ļcares simples, atrav√©s das rea√ß√Ķes enzim√°ticas, amilases e proteases.

A filtração consiste em separar o mosto líquido do bagaço do malte, remover os sólidos e obter a maior quantidade de extrato possível. Esse líquido passa a ser chamado de mosto.

Na fervura do mosto h√° algumas etapas que s√£o determinantes para o resultado final da cerveja. Ela deve ser intensa para dar estabilidade microbiol√≥gica, coloidal e sensorial do mosto. √Č aqui que √© feita a adi√ß√£o do l√ļpulo: se a inten√ß√£o for colocar l√ļpulo de amargor, ele deve ser colocado no come√ßo da fervura, j√° o de aroma, √© adicionado no final.

A eliminação dos sólidos é feita pelo whirlpool, um recipiente cilíndrico, que através da força centrípeta, faz com que eles se acumulem no centro de um tanque, para depois ser descartado.

As leveduras s√£o adicionadas na etapa seguinte: a fermenta√ß√£o. Divididas em dois grupos: de baixa e alta fermenta√ß√£o, elas s√£o respons√°veis por transformar os a√ß√ļcares em g√°s carb√īnico e √°lcool.

Após a retirada das leveduras, começa a maturação. Considerada a parte do processo de lapidação da cerveja, é aqui que algumas cervejarias adicionam especiarias, frutas para dar sabores. Muitas cervejarias utilizam barris de carvalho novo ou usado anteriormente em vinhos, uísque para maturar a cerveja, dando-lhe características especiais.

Agora a cerveja est√° praticamente pronta, s√≥ faltam os ajustes opcionais, como filtra√ß√£o; carbonata√ß√£o, caso o conte√ļdo de g√°s carb√īnico seja inferior ao desejado; e pausteriza√ß√£o para envase.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 8 de agosto de 2014
Os ingredientes da cerveja
São quatro os ingredientes básicos para a fabricação de uma cerveja: água, malte de cevada, lúpulo e leveduras.
A água representa mais de 90% da composição da cerveja. Sua qualidade está profundamente relacionada aos sabores que a cerveja adquire no processo de fabricação. Antigamente, as características minerais da água e a localização de sua fonte influenciavam demais o produto final, porém, hoje, com toda a tecnologia, é possível tratar quimicamente a água para que ela tenha determinadas características. 
O malte é obtido através da malteação, onde os grãos, principalmente de cevada ou de trigo, são submetidos à germinação e depois secos. O objetivo desse processo é expor o amido (açúcar) e ativar as enzimas, que ajudarão no processo de fermentação. O malte também passa pela torrefação, que possui diferentes níveis de intensidade, determinando a coloração da cerveja, da mais clara para a mais escura. 
O lúpulo é uma planta trepadeira, originária de regiões frias. Na fabricação da cerveja, são utilizadas somente as flores fêmeas, ricas em alfa-ácidos, que conferem o amargor da bebida e em óleos essenciais, que dão os aromas característicos: floral, cítrico, condimentado. Ele também ajuda na estabilidade microbiológica e na qualidade da espuma. 
As leveduras são microrganismos unicelulares, que pela fermentação, transformam o mosto em cerveja e os açúcares do malte em álcool e gás carbônico. Elas são divididas em dois grupos: leveduras de baixa fermentação, que trabalham a uma temperatura de 8 a 16°C, decantam após a fermentação e em geral, produzem uma cerveja menos complexa em aroma; e leveduras de alta fermentação, que trabalham de 14 a 25°C, sobem à superfície e possuem aromas mais complexos e frutados.

Algumas cervejarias adicionam outros ingredientes, na Bélgica é comum usar frutas e especiarias em suas receitas, no Brasil há cervejas que possuem mel, casca de tangerina e rapadura em sua composição. 

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 8 de agosto de 2014

Os ingredientes da cerveja

S√£o quatro os ingredientes b√°sicos para a fabrica√ß√£o de uma cerveja: √°gua, malte de cevada, l√ļpulo e leveduras.

A água representa mais de 90% da composição da cerveja. Sua qualidade está profundamente relacionada aos sabores que a cerveja adquire no processo de fabricação. Antigamente, as características minerais da água e a localização de sua fonte influenciavam demais o produto final, porém, hoje, com toda a tecnologia, é possível tratar quimicamente a água para que ela tenha determinadas características.

O malte √© obtido atrav√©s da maltea√ß√£o, onde os gr√£os, principalmente de cevada ou de trigo, s√£o submetidos √† germina√ß√£o e depois secos. O objetivo desse processo √© expor o amido (a√ß√ļcar) e ativar as enzimas, que ajudar√£o no processo de fermenta√ß√£o. O malte tamb√©m passa pela torrefa√ß√£o, que possui diferentes n√≠veis de intensidade, determinando a colora√ß√£o da cerveja, da mais clara para a mais escura.

O l√ļpulo √© uma planta trepadeira, origin√°ria de regi√Ķes frias. Na fabrica√ß√£o da cerveja, s√£o utilizadas somente as flores f√™meas, ricas em alfa-√°cidos, que conferem o amargor da bebida e em √≥leos essenciais, que d√£o os aromas caracter√≠sticos: floral, c√≠trico, condimentado. Ele tamb√©m ajuda na estabilidade microbiol√≥gica e na qualidade da espuma.

As leveduras s√£o microrganismos unicelulares, que pela fermenta√ß√£o, transformam o mosto em cerveja e os a√ß√ļcares do malte em √°lcool e g√°s carb√īnico. Elas s√£o divididas em dois grupos: leveduras de baixa fermenta√ß√£o, que trabalham a uma temperatura de 8 a 16¬įC, decantam ap√≥s a fermenta√ß√£o e em geral, produzem uma cerveja menos complexa em aroma; e leveduras de alta fermenta√ß√£o, que trabalham de 14 a 25¬įC, sobem √† superf√≠cie e possuem aromas mais complexos e frutados.

Algumas cervejarias adicionam outros ingredientes, na Bélgica é comum usar frutas e especiarias em suas receitas, no Brasil há cervejas que possuem mel, casca de tangerina e rapadura em sua composição. 

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 1º de agosto de 2014
História da cerveja
É difícil saber com exatidão quando a cerveja foi criada, mas os primeiros registros da bebida são de cerca de oito mil anos atrás, mas possivelmente ela já era preparada no começo do período neolítico, quando os primeiros cereais começaram a ser cultivados, inclusive a cevada. 
Documentos históricos mostram que os sumérios, povo da Mesopotâmia, bebiam um líquido fermentado de cereais, que fazia com que as pessoas ficassem mais alegres. Acredita-se que eles não tenham criado e sim descoberto a cerveja: um cesto de junco com cereais foi esquecido fora do abrigo e depois de uma noite chuvosa, através da fermentação, os cereais se transformaram em um líquido espesso e escuro, muito diferente da cerveja que conhecemos hoje. 
Como os sumérios não tinham explicação para aquele processo creditavam-no à deusa Ninkasi, que significa “senhora que enche a boca”. Já o nome “cerveja” teria derivado do latim cervesia, uma possível referência a Ceres, deusa da fertilidade e agricultura.
Na Babilônia era comum usar mel e diversas combinações de plantas para se fabricar diferentes tipos de cervejas.
Um pouco mais tarde, por volta de 3400 a.C., os egípcios também começaram a fabricar a cerveja e consumi-la diariamente. Mas a grande expansão da cerveja foi com o Império Romano, Júlio César foi o responsável por introduzir a bebida na Britânia e na Gália, hoje Inglaterra e França, respectivamente.
Na idade média, os monges assumiram a fabricação da cerveja, considerada até então produção familiar, e seguiram até por volta do século XI, já que eles desempenhavam um grande papel social e cultural, recebendo pessoas de outras regiões e assim todo monastério possuía um albergue e uma cervejaria.

A verdade é que na história de qualquer povo antigo é possível encontrar alguma referência de bebidas fermentadas a partir de cereais; desde os sumérios, egípcios, romanos, babilônicos e gregos, até, posteriormente, alemães, francês, belgas e ingleses.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 1¬ļ de agosto de 2014

História da cerveja

√Č dif√≠cil saber com exatid√£o quando a cerveja foi criada, mas os primeiros registros da bebida s√£o de cerca de oito mil anos atr√°s, mas possivelmente ela j√° era preparada no come√ßo do per√≠odo neol√≠tico, quando os primeiros cereais come√ßaram a ser cultivados, inclusive a cevada.

Documentos hist√≥ricos mostram que os sum√©rios, povo da Mesopot√Ęmia, bebiam um l√≠quido fermentado de cereais, que fazia com que as pessoas ficassem mais alegres. Acredita-se que eles n√£o tenham criado e sim descoberto a cerveja: um cesto de junco com cereais foi esquecido fora do abrigo e depois de uma noite chuvosa, atrav√©s da fermenta√ß√£o, os cereais se transformaram em um l√≠quido espesso e escuro, muito diferente da cerveja que conhecemos hoje.

Como os sum√©rios n√£o tinham explica√ß√£o para aquele processo creditavam-no √† deusa Ninkasi, que significa ‚Äúsenhora que enche a boca‚ÄĚ. J√° o nome ‚Äúcerveja‚ÄĚ teria derivado do latim cervesia, uma poss√≠vel refer√™ncia a Ceres, deusa da fertilidade e agricultura.

Na Babil√īnia era comum usar mel e diversas combina√ß√Ķes de plantas para se fabricar diferentes tipos de cervejas.

Um pouco mais tarde, por volta de 3400 a.C., os eg√≠pcios tamb√©m come√ßaram a fabricar a cerveja e consumi-la diariamente. Mas a grande expans√£o da cerveja foi com o Imp√©rio Romano, J√ļlio C√©sar foi o respons√°vel por introduzir a bebida na Brit√Ęnia e na G√°lia, hoje Inglaterra e Fran√ßa, respectivamente.

Na idade m√©dia, os monges assumiram a fabrica√ß√£o da cerveja, considerada at√© ent√£o produ√ß√£o familiar, e seguiram at√© por volta do s√©culo XI, j√° que eles desempenhavam um grande papel social e cultural, recebendo pessoas de outras regi√Ķes e assim todo monast√©rio possu√≠a um albergue e uma cervejaria.

A verdade √© que na hist√≥ria de qualquer povo antigo √© poss√≠vel encontrar alguma refer√™ncia de bebidas fermentadas a partir de cereais; desde os sum√©rios, eg√≠pcios, romanos, babil√īnicos e gregos, at√©, posteriormente, alem√£es, franc√™s, belgas e ingleses.

Mica, a menina maluquinha

Mica, a menina maluquinha

Misturaram duas coisas incríveis: brigadeiro e cerveja! Essas duas belezinhas foram feitas pela Brigadissímo Doçaria com as cervejas Demoiselle e Ithaca da @cervejacolorado  (em Degusta Beer & Food)

Misturaram duas coisas incríveis: brigadeiro e cerveja! Essas duas belezinhas foram feitas pela Brigadissímo Doçaria com as cervejas Demoiselle e Ithaca da @cervejacolorado (em Degusta Beer & Food)