em Parque Ibirapuera

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Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 12 de setembro de 2014
Escolas cervejeiras: Bélgica
“A Bélgica não é o país das cervejas, e sim o paraíso das cervejas”, esse ditado é bem conhecido no mundo cervejeiro e com razão: não há nenhuma outra escola com maior liberdade de criação. Os belgas nunca tiverem uma Lei de Pureza como na Alemanha e por isso eles utilizam diversas especiarias na fabricação da cerveja, como sementes de coentro, anis estrelado, casca de laranja, cereja e condimentos. Outras características dessa escola é o realce do malte, a riqueza de copos, a utilização das cervejas na gastronomia e a produção de diversas receitas sem estilos definidos, chamadas de Specialty Beers.
Uma das cervejas belgas mais conhecidas é a Trappista, fabricada por apenas onze mosteiros no mundo, sendo que seis estão na Bélgica. Tudo começou com monges franceses, que fugindo da revolução, buscaram abrigo na Bélgica. Lá eles criaram diversos monastérios, que seguiam a Regra de São Bento, que determina que os monges executem tarefas para manutenção do lugar, foi então que eles começaram a fabricar cerveja para consumo próprio e a venda. Podemos acrescentar aqui as cervejas de abadia, também fabricadas por monges. Nesses dois grupos os estilos mais produzidos são Blonde Ale, Golden Strong Ale, Dark Strong Ale, Dubbel e Tripel.
Uma particularidade dessa escola é a fermentação espontânea, ou seja, não controlada pelo mestre cervejeiro. Ele apenas abre as janelas da cervejaria e deixa que as leveduras selvagens façam seu trabalho. A mais famosa delas é a Brettanomyces, que dá aroma animalesco para a bebida. Representantes desse método estão as cervejas Lambics, Gueuze e Fruit.
Há ainda um quarto tipo de fermentação na Bélgica, a híbrida, onde são misturados blends de cervejas de safras mais velhas com mais jovens, são os casos dos estilos Red e Brown Ale de Flandres, Bière de Garde e Saison. O país é famoso também pelo estilo Bière Brut, que passa por uma segunda fermentação na garrafa e é feito com o método champenoise, o mesmo utilizado para produção de Champagne.

Finalizando os estilos estão a Pale Ale, que são leves com sabores suaves de lúpulo e a Witbier, a representante belga de trigo, temperada com sementes de coentro e casca de laranja.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 12 de setembro de 2014

Escolas cervejeiras: Bélgica

“A Bélgica não é o país das cervejas, e sim o paraíso das cervejas”, esse ditado é bem conhecido no mundo cervejeiro e com razão: não há nenhuma outra escola com maior liberdade de criação. Os belgas nunca tiverem uma Lei de Pureza como na Alemanha e por isso eles utilizam diversas especiarias na fabricação da cerveja, como sementes de coentro, anis estrelado, casca de laranja, cereja e condimentos. Outras características dessa escola é o realce do malte, a riqueza de copos, a utilização das cervejas na gastronomia e a produção de diversas receitas sem estilos definidos, chamadas de Specialty Beers.

Uma das cervejas belgas mais conhecidas é a Trappista, fabricada por apenas onze mosteiros no mundo, sendo que seis estão na Bélgica. Tudo começou com monges franceses, que fugindo da revolução, buscaram abrigo na Bélgica. Lá eles criaram diversos monastérios, que seguiam a Regra de São Bento, que determina que os monges executem tarefas para manutenção do lugar, foi então que eles começaram a fabricar cerveja para consumo próprio e a venda. Podemos acrescentar aqui as cervejas de abadia, também fabricadas por monges. Nesses dois grupos os estilos mais produzidos são Blonde Ale, Golden Strong Ale, Dark Strong Ale, Dubbel e Tripel.

Uma particularidade dessa escola é a fermentação espontânea, ou seja, não controlada pelo mestre cervejeiro. Ele apenas abre as janelas da cervejaria e deixa que as leveduras selvagens façam seu trabalho. A mais famosa delas é a Brettanomyces, que dá aroma animalesco para a bebida. Representantes desse método estão as cervejas Lambics, Gueuze e Fruit.

Há ainda um quarto tipo de fermentação na Bélgica, a híbrida, onde são misturados blends de cervejas de safras mais velhas com mais jovens, são os casos dos estilos Red e Brown Ale de Flandres, Bière de Garde e Saison. O país é famoso também pelo estilo Bière Brut, que passa por uma segunda fermentação na garrafa e é feito com o método champenoise, o mesmo utilizado para produção de Champagne.

Finalizando os estilos estão a Pale Ale, que são leves com sabores suaves de lúpulo e a Witbier, a representante belga de trigo, temperada com sementes de coentro e casca de laranja.

Certificada!

Certificada!

por entre alambiques…

por entre alambiques…

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 5 de setembro de 2014
Escolas cervejeiras: Alemanha
Existem quatros escolas cervejeiras: alemã, belga, inglesa e norte-americana. Vamos começar pela a Alemanha, a escola mais tradicional, que possui a Lei de Pureza de 1516, onde as cervejas são fabricadas apenas com água, malte, lúpulo e levedura. Mas isso não quer dizer que seus estilos são poucos e restritos. Além dessa fidelidade à lei, outras características marcantes são a lealdade à cultura regional e as cervejas com espuma farta.
Antes do século XV só era possível fabricar cerveja no inverno, por causa do clima, para driblar essa situação, os alemães começaram a guardar cervejas com blocos de gelo de rios congelados em cavernas, para poderem consumir a bebida também no verão. Daí vem a palavra Lager, que em alemão significa armazenar, que relacionamos com a cerveja de baixa fermentação.
É derivada dessa família a maioria dos estilos da escola alemã: German e Bohemian Pilsen, Münchener Helles, Märzen, Oktoberfest, Bock e Doppelbock, Schwarzbier, Dortmunder Export, Dunkel, Rauchbier, Vienna. Mas as Ales também possuem suas representantes alemãs: a de trigo Weinzebier, tradicional da Baviera, a Kölsch da cidade de Colônia, Altbier de Düsserdorf e Berliner-Weisse de Berlim.
Foram os alemães que deram início à fabricação de copos de vidro, fazendo o aspecto da cerveja ser melhor observado pelo consumidor.
Na Alemanha é comum cada bairro, vila ou cidade possuir uma cervejaria própria, são mais de cinco mil marcas diferentes feitas por aproximadamente 1300 cervejarias, dessas, metade estão na região da Baviera, onde o consumo de cerveja per capita é de 200 litros por ano, quatro vezes mais do que o brasileiro.
O país é o terceiro maior produtor de cerveja no mundo, mas sua produção é quase totalmente consumida internamente, importando menos de 5% do que consome. O estilo mais consumido é o Pilsen, representando 70% do total. 
Outras tradições são as grandes festas cervejeiras como a Fassenacht, Karneval e Oktoberfest, que já se espalhou por todo mundo; e também os Biergarten, literalmente jardins de cerveja, lugares ao ar livre com grandes mesas comunitárias para o consumo de comida e bebida.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 5 de setembro de 2014

Escolas cervejeiras: Alemanha

Existem quatros escolas cervejeiras: alemã, belga, inglesa e norte-americana. Vamos começar pela a Alemanha, a escola mais tradicional, que possui a Lei de Pureza de 1516, onde as cervejas são fabricadas apenas com água, malte, lúpulo e levedura. Mas isso não quer dizer que seus estilos são poucos e restritos. Além dessa fidelidade à lei, outras características marcantes são a lealdade à cultura regional e as cervejas com espuma farta.

Antes do século XV só era possível fabricar cerveja no inverno, por causa do clima, para driblar essa situação, os alemães começaram a guardar cervejas com blocos de gelo de rios congelados em cavernas, para poderem consumir a bebida também no verão. Daí vem a palavra Lager, que em alemão significa armazenar, que relacionamos com a cerveja de baixa fermentação.

É derivada dessa família a maioria dos estilos da escola alemã: German e Bohemian Pilsen, Münchener Helles, Märzen, Oktoberfest, Bock e Doppelbock, Schwarzbier, Dortmunder Export, Dunkel, Rauchbier, Vienna. Mas as Ales também possuem suas representantes alemãs: a de trigo Weinzebier, tradicional da Baviera, a Kölsch da cidade de Colônia, Altbier de Düsserdorf e Berliner-Weisse de Berlim.

Foram os alemães que deram início à fabricação de copos de vidro, fazendo o aspecto da cerveja ser melhor observado pelo consumidor.

Na Alemanha é comum cada bairro, vila ou cidade possuir uma cervejaria própria, são mais de cinco mil marcas diferentes feitas por aproximadamente 1300 cervejarias, dessas, metade estão na região da Baviera, onde o consumo de cerveja per capita é de 200 litros por ano, quatro vezes mais do que o brasileiro.

O país é o terceiro maior produtor de cerveja no mundo, mas sua produção é quase totalmente consumida internamente, importando menos de 5% do que consome. O estilo mais consumido é o Pilsen, representando 70% do total.

Outras tradições são as grandes festas cervejeiras como a Fassenacht, Karneval e Oktoberfest, que já se espalhou por todo mundo; e também os Biergarten, literalmente jardins de cerveja, lugares ao ar livre com grandes mesas comunitárias para o consumo de comida e bebida.

porque não dá pra sair com as mãos vazias de um empório mineiro (em Empório das Geraes)

porque não dá pra sair com as mãos vazias de um empório mineiro (em Empório das Geraes)

ensaio da confraria musical
🎼🍻 (em Bertioga)

ensaio da confraria musical
🎼🍻 (em Bertioga)

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 29 de agosto de 2014
Santos e padroeiros da cerveja
Desde os primórdios, a cerveja é relacionada às santidades. Há cerca de cinco mil anos, os sumérios acreditavam que a cerveja era feita por obra da deusa Ninkasi, pois ainda não conheciam o trabalho da levedura no processo de fermentação.
Na Áustria, o soldado romano e mártir da perseguição aos cristãos, morto em 303, Santo Adriano, é considerado o Patrono da Cerveja. Sua ligação com a cerveja e sua data de nascimento não são de conhecimento dos historiadores, mas sua celebração é dia 8 de setembro.
Na Idade Média, Santo Agostinho (354-430) foi considerado pela igreja católica o Padroeiro dos Cervejeiros. Há duas histórias de como isso poderia ter acontecido: a primeira diz que ele tinha uma vida boêmia e, depois que se converteu, começou a levar uma vida com mais moderação, que deveria servir de exemplos para todos os cervejeiros. A outra conta que, em um terreno da família, ele construiu um mosteiro que fabricava cerveja. Seu dia é comemorado em 28 de agosto.
São Columbano (540-615) peregrinou pela Europa para disseminar o cristianismo, fundando diversos mosteiros que tinham cervejarias próprias. Entre seus milagres, está a multiplicação de cerveja e pão para a comunidade.
A recomendação do consumo de cerveja em vez de água, a erradicação de uma praga ao abençoar um barril de cerveja com um crucifixo e o não deixar esvaziar uma caneca de cerveja a seus seguidores são milagres creditados a Santo Arnulf de Metz (585-640), comemorado em 18 de julho.
São Venceslau (907-929) é o Padroeiro da Boêmia e Protetor dos Cervejeiros. Celebrado em 28 de setembro, ele decretou pena de morte para quem exportasse lúpulo, o que agradou os cervejeiros.
Frequentemente confundido com Arnulf de Metz e tendo os mesmos milagres atribuídos, Santo Arnaldo de Soissons (1040-1087) é o santo padroeiro dos colhedores de lúpulo na Bélgica.

Padroeiro da Irlanda, São Patrício é associado à cerveja por conta do Saint Patrick’s Day, comemorado em 17 de março em todo mundo. Gambrinus é o patrono não oficial da cerveja, celebrado em 11 de abril, ele que teria introduzido o brinde como um costume.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 29 de agosto de 2014

Santos e padroeiros da cerveja

Desde os primórdios, a cerveja é relacionada às santidades. Há cerca de cinco mil anos, os sumérios acreditavam que a cerveja era feita por obra da deusa Ninkasi, pois ainda não conheciam o trabalho da levedura no processo de fermentação.

Na Áustria, o soldado romano e mártir da perseguição aos cristãos, morto em 303, Santo Adriano, é considerado o Patrono da Cerveja. Sua ligação com a cerveja e sua data de nascimento não são de conhecimento dos historiadores, mas sua celebração é dia 8 de setembro.

Na Idade Média, Santo Agostinho (354-430) foi considerado pela igreja católica o Padroeiro dos Cervejeiros. Há duas histórias de como isso poderia ter acontecido: a primeira diz que ele tinha uma vida boêmia e, depois que se converteu, começou a levar uma vida com mais moderação, que deveria servir de exemplos para todos os cervejeiros. A outra conta que, em um terreno da família, ele construiu um mosteiro que fabricava cerveja. Seu dia é comemorado em 28 de agosto.

São Columbano (540-615) peregrinou pela Europa para disseminar o cristianismo, fundando diversos mosteiros que tinham cervejarias próprias. Entre seus milagres, está a multiplicação de cerveja e pão para a comunidade.

A recomendação do consumo de cerveja em vez de água, a erradicação de uma praga ao abençoar um barril de cerveja com um crucifixo e o não deixar esvaziar uma caneca de cerveja a seus seguidores são milagres creditados a Santo Arnulf de Metz (585-640), comemorado em 18 de julho.

São Venceslau (907-929) é o Padroeiro da Boêmia e Protetor dos Cervejeiros. Celebrado em 28 de setembro, ele decretou pena de morte para quem exportasse lúpulo, o que agradou os cervejeiros.

Frequentemente confundido com Arnulf de Metz e tendo os mesmos milagres atribuídos, Santo Arnaldo de Soissons (1040-1087) é o santo padroeiro dos colhedores de lúpulo na Bélgica.

Padroeiro da Irlanda, São Patrício é associado à cerveja por conta do Saint Patrick’s Day, comemorado em 17 de março em todo mundo. Gambrinus é o patrono não oficial da cerveja, celebrado em 11 de abril, ele que teria introduzido o brinde como um costume.

Kombosa 😍 (em Paulínia)

Kombosa 😍 (em Paulínia)

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 22 de agosto de 2014
Leis cervejeiras
“Quem produzir cerveja ruim ou diluía-la, será morto por afogamento”, esse é um dos dizeres do mais antigo código de leis conhecido, o Código de Hamurabi, feito em 1770 a.C., pelo sexto rei da Babilônia. Além dessa lei mais extrema, havia outras relacionadas à produção, comercialização e consumo, como estabelecer uma ração diária de cerveja dependendo do status social: um trabalhador normal receberia dois litros; funcionário público, três litros; e os administradores e sacerdotes, cinco litros por dia. 
No Egito, papiros de 1300 a.C. também se referem à regulamentação e venda das cervejas. Por volta do ano 85 d.C., o imperador romano, Tito Flávio Domiciano, proibiu o cultivo de uvas em terrenos onde pudessem ser semeados cereais. Na Idade Média, a bebida foi utilizada como moeda para pagamentos de impostos.
A Reinheitsgebot, a Lei de Pureza Alemã, criada em 1516 pelo duque Guilherme IV da Baviera, definia que para a fabricação de cerveja só era permitido utilizar água, malte e lúpulo (ainda não usavam a levedura conscientemente). Quem descumprisse ou transgredisse essa ordem era punido pelas autoridades através do confisco dos barris de cerveja. No final da década de 1860, Louis Pasteur descobriu a função do fermento, e a lei teve que ser alterada. Considerada uma das mais antigas regulamentações em defesa do consumidor, a lei é utilizada até hoje por algumas cervejarias.
Outra lei também bem conhecida foi a Lei Seca nos Estados Unidos. No período de 1920 a 1933 era proibida a fabricação, comercialização e consumo de bebidas alcóolicas. Ela é a única lei revogada na Constituição norte-americana.
Na Bélgica, entre os anos 1919 e 1983 era proibido comercializar outras bebidas, além da cerveja, nos bares.

Pela Constituição Brasileira, a cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água potável, por ação da levedura, com adição de lúpulo. Na Alemanha, diferentemente daqui, a cerveja é regida pelas leis de comida, não de bebida, pois ela é considerada alimento, principalmente para os bávaros.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 22 de agosto de 2014

Leis cervejeiras

“Quem produzir cerveja ruim ou diluía-la, será morto por afogamento”, esse é um dos dizeres do mais antigo código de leis conhecido, o Código de Hamurabi, feito em 1770 a.C., pelo sexto rei da Babilônia. Além dessa lei mais extrema, havia outras relacionadas à produção, comercialização e consumo, como estabelecer uma ração diária de cerveja dependendo do status social: um trabalhador normal receberia dois litros; funcionário público, três litros; e os administradores e sacerdotes, cinco litros por dia.

No Egito, papiros de 1300 a.C. também se referem à regulamentação e venda das cervejas. Por volta do ano 85 d.C., o imperador romano, Tito Flávio Domiciano, proibiu o cultivo de uvas em terrenos onde pudessem ser semeados cereais. Na Idade Média, a bebida foi utilizada como moeda para pagamentos de impostos.

A Reinheitsgebot, a Lei de Pureza Alemã, criada em 1516 pelo duque Guilherme IV da Baviera, definia que para a fabricação de cerveja só era permitido utilizar água, malte e lúpulo (ainda não usavam a levedura conscientemente). Quem descumprisse ou transgredisse essa ordem era punido pelas autoridades através do confisco dos barris de cerveja. No final da década de 1860, Louis Pasteur descobriu a função do fermento, e a lei teve que ser alterada. Considerada uma das mais antigas regulamentações em defesa do consumidor, a lei é utilizada até hoje por algumas cervejarias.

Outra lei também bem conhecida foi a Lei Seca nos Estados Unidos. No período de 1920 a 1933 era proibida a fabricação, comercialização e consumo de bebidas alcóolicas. Ela é a única lei revogada na Constituição norte-americana.

Na Bélgica, entre os anos 1919 e 1983 era proibido comercializar outras bebidas, além da cerveja, nos bares.

Pela Constituição Brasileira, a cerveja é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto cervejeiro oriundo do malte de cevada e água potável, por ação da levedura, com adição de lúpulo. Na Alemanha, diferentemente daqui, a cerveja é regida pelas leis de comida, não de bebida, pois ela é considerada alimento, principalmente para os bávaros.