Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 15 de agosto de 2014
Processo de fabricação
O processo de fabricação da cerveja começa com a escolha do malte, depois ele passa por algumas etapas para adquirir as características desejadas. Na malteação, os grãos são submetidos à germinação, depois secos e por fim, passam pela torragem.
Na fabricação do mosto, ou brassagem, ocorre a quebra do grão de malte com o objetivo de expor o amido de seu interior para que as enzimas possam trabalhar no processo seguinte.
É na mosturação que se adiciona água ao malte moído. A mistura é colocada a diferentes temperaturas, permitindo a conversão do amido em açúcares simples, através das reações enzimáticas, amilases e proteases.
A filtração consiste em separar o mosto líquido do bagaço do malte, remover os sólidos e obter a maior quantidade de extrato possível. Esse líquido passa a ser chamado de mosto.
Na fervura do mosto há algumas etapas que são determinantes para o resultado final da cerveja. Ela deve ser intensa para dar estabilidade microbiológica, coloidal e sensorial do mosto. É aqui que é feita a adição do lúpulo: se a intenção for colocar lúpulo de amargor, ele deve ser colocado no começo da fervura, já o de aroma, é adicionado no final.
A eliminação dos sólidos é feita pelo whirlpool, um recipiente cilíndrico, que através da força centrípeta, faz com que eles se acumulem no centro de um tanque, para depois ser descartado.
As leveduras são adicionadas na etapa seguinte: a fermentação. Divididas em dois grupos: de baixa e alta fermentação, elas são responsáveis por transformar os açúcares em gás carbônico e álcool.
Após a retirada das leveduras, começa a maturação. Considerada a parte do processo de lapidação da cerveja, é aqui que algumas cervejarias adicionam especiarias, frutas para dar sabores. Muitas cervejarias utilizam barris de carvalho novo ou usado anteriormente em vinhos, uísque para maturar a cerveja, dando-lhe características especiais.

Agora a cerveja está praticamente pronta, só faltam os ajustes opcionais, como filtração; carbonatação, caso o conteúdo de gás carbônico seja inferior ao desejado; e pausterização para envase.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 15 de agosto de 2014

Processo de fabricação

O processo de fabricação da cerveja começa com a escolha do malte, depois ele passa por algumas etapas para adquirir as características desejadas. Na malteação, os grãos são submetidos à germinação, depois secos e por fim, passam pela torragem.

Na fabricação do mosto, ou brassagem, ocorre a quebra do grão de malte com o objetivo de expor o amido de seu interior para que as enzimas possam trabalhar no processo seguinte.

É na mosturação que se adiciona água ao malte moído. A mistura é colocada a diferentes temperaturas, permitindo a conversão do amido em açúcares simples, através das reações enzimáticas, amilases e proteases.

A filtração consiste em separar o mosto líquido do bagaço do malte, remover os sólidos e obter a maior quantidade de extrato possível. Esse líquido passa a ser chamado de mosto.

Na fervura do mosto há algumas etapas que são determinantes para o resultado final da cerveja. Ela deve ser intensa para dar estabilidade microbiológica, coloidal e sensorial do mosto. É aqui que é feita a adição do lúpulo: se a intenção for colocar lúpulo de amargor, ele deve ser colocado no começo da fervura, já o de aroma, é adicionado no final.

A eliminação dos sólidos é feita pelo whirlpool, um recipiente cilíndrico, que através da força centrípeta, faz com que eles se acumulem no centro de um tanque, para depois ser descartado.

As leveduras são adicionadas na etapa seguinte: a fermentação. Divididas em dois grupos: de baixa e alta fermentação, elas são responsáveis por transformar os açúcares em gás carbônico e álcool.

Após a retirada das leveduras, começa a maturação. Considerada a parte do processo de lapidação da cerveja, é aqui que algumas cervejarias adicionam especiarias, frutas para dar sabores. Muitas cervejarias utilizam barris de carvalho novo ou usado anteriormente em vinhos, uísque para maturar a cerveja, dando-lhe características especiais.

Agora a cerveja está praticamente pronta, só faltam os ajustes opcionais, como filtração; carbonatação, caso o conteúdo de gás carbônico seja inferior ao desejado; e pausterização para envase.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 8 de agosto de 2014
Os ingredientes da cerveja
São quatro os ingredientes básicos para a fabricação de uma cerveja: água, malte de cevada, lúpulo e leveduras.
A água representa mais de 90% da composição da cerveja. Sua qualidade está profundamente relacionada aos sabores que a cerveja adquire no processo de fabricação. Antigamente, as características minerais da água e a localização de sua fonte influenciavam demais o produto final, porém, hoje, com toda a tecnologia, é possível tratar quimicamente a água para que ela tenha determinadas características. 
O malte é obtido através da malteação, onde os grãos, principalmente de cevada ou de trigo, são submetidos à germinação e depois secos. O objetivo desse processo é expor o amido (açúcar) e ativar as enzimas, que ajudarão no processo de fermentação. O malte também passa pela torrefação, que possui diferentes níveis de intensidade, determinando a coloração da cerveja, da mais clara para a mais escura. 
O lúpulo é uma planta trepadeira, originária de regiões frias. Na fabricação da cerveja, são utilizadas somente as flores fêmeas, ricas em alfa-ácidos, que conferem o amargor da bebida e em óleos essenciais, que dão os aromas característicos: floral, cítrico, condimentado. Ele também ajuda na estabilidade microbiológica e na qualidade da espuma. 
As leveduras são microrganismos unicelulares, que pela fermentação, transformam o mosto em cerveja e os açúcares do malte em álcool e gás carbônico. Elas são divididas em dois grupos: leveduras de baixa fermentação, que trabalham a uma temperatura de 8 a 16°C, decantam após a fermentação e em geral, produzem uma cerveja menos complexa em aroma; e leveduras de alta fermentação, que trabalham de 14 a 25°C, sobem à superfície e possuem aromas mais complexos e frutados.

Algumas cervejarias adicionam outros ingredientes, na Bélgica é comum usar frutas e especiarias em suas receitas, no Brasil há cervejas que possuem mel, casca de tangerina e rapadura em sua composição. 

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 8 de agosto de 2014

Os ingredientes da cerveja

São quatro os ingredientes básicos para a fabricação de uma cerveja: água, malte de cevada, lúpulo e leveduras.

A água representa mais de 90% da composição da cerveja. Sua qualidade está profundamente relacionada aos sabores que a cerveja adquire no processo de fabricação. Antigamente, as características minerais da água e a localização de sua fonte influenciavam demais o produto final, porém, hoje, com toda a tecnologia, é possível tratar quimicamente a água para que ela tenha determinadas características.

O malte é obtido através da malteação, onde os grãos, principalmente de cevada ou de trigo, são submetidos à germinação e depois secos. O objetivo desse processo é expor o amido (açúcar) e ativar as enzimas, que ajudarão no processo de fermentação. O malte também passa pela torrefação, que possui diferentes níveis de intensidade, determinando a coloração da cerveja, da mais clara para a mais escura.

O lúpulo é uma planta trepadeira, originária de regiões frias. Na fabricação da cerveja, são utilizadas somente as flores fêmeas, ricas em alfa-ácidos, que conferem o amargor da bebida e em óleos essenciais, que dão os aromas característicos: floral, cítrico, condimentado. Ele também ajuda na estabilidade microbiológica e na qualidade da espuma.

As leveduras são microrganismos unicelulares, que pela fermentação, transformam o mosto em cerveja e os açúcares do malte em álcool e gás carbônico. Elas são divididas em dois grupos: leveduras de baixa fermentação, que trabalham a uma temperatura de 8 a 16°C, decantam após a fermentação e em geral, produzem uma cerveja menos complexa em aroma; e leveduras de alta fermentação, que trabalham de 14 a 25°C, sobem à superfície e possuem aromas mais complexos e frutados.

Algumas cervejarias adicionam outros ingredientes, na Bélgica é comum usar frutas e especiarias em suas receitas, no Brasil há cervejas que possuem mel, casca de tangerina e rapadura em sua composição. 

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 1º de agosto de 2014
História da cerveja
É difícil saber com exatidão quando a cerveja foi criada, mas os primeiros registros da bebida são de cerca de oito mil anos atrás, mas possivelmente ela já era preparada no começo do período neolítico, quando os primeiros cereais começaram a ser cultivados, inclusive a cevada. 
Documentos históricos mostram que os sumérios, povo da Mesopotâmia, bebiam um líquido fermentado de cereais, que fazia com que as pessoas ficassem mais alegres. Acredita-se que eles não tenham criado e sim descoberto a cerveja: um cesto de junco com cereais foi esquecido fora do abrigo e depois de uma noite chuvosa, através da fermentação, os cereais se transformaram em um líquido espesso e escuro, muito diferente da cerveja que conhecemos hoje. 
Como os sumérios não tinham explicação para aquele processo creditavam-no à deusa Ninkasi, que significa “senhora que enche a boca”. Já o nome “cerveja” teria derivado do latim cervesia, uma possível referência a Ceres, deusa da fertilidade e agricultura.
Na Babilônia era comum usar mel e diversas combinações de plantas para se fabricar diferentes tipos de cervejas.
Um pouco mais tarde, por volta de 3400 a.C., os egípcios também começaram a fabricar a cerveja e consumi-la diariamente. Mas a grande expansão da cerveja foi com o Império Romano, Júlio César foi o responsável por introduzir a bebida na Britânia e na Gália, hoje Inglaterra e França, respectivamente.
Na idade média, os monges assumiram a fabricação da cerveja, considerada até então produção familiar, e seguiram até por volta do século XI, já que eles desempenhavam um grande papel social e cultural, recebendo pessoas de outras regiões e assim todo monastério possuía um albergue e uma cervejaria.

A verdade é que na história de qualquer povo antigo é possível encontrar alguma referência de bebidas fermentadas a partir de cereais; desde os sumérios, egípcios, romanos, babilônicos e gregos, até, posteriormente, alemães, francês, belgas e ingleses.

Coluna do jornal O Defensor de Taquaritinga, publicada no dia 1º de agosto de 2014

História da cerveja

É difícil saber com exatidão quando a cerveja foi criada, mas os primeiros registros da bebida são de cerca de oito mil anos atrás, mas possivelmente ela já era preparada no começo do período neolítico, quando os primeiros cereais começaram a ser cultivados, inclusive a cevada.

Documentos históricos mostram que os sumérios, povo da Mesopotâmia, bebiam um líquido fermentado de cereais, que fazia com que as pessoas ficassem mais alegres. Acredita-se que eles não tenham criado e sim descoberto a cerveja: um cesto de junco com cereais foi esquecido fora do abrigo e depois de uma noite chuvosa, através da fermentação, os cereais se transformaram em um líquido espesso e escuro, muito diferente da cerveja que conhecemos hoje.

Como os sumérios não tinham explicação para aquele processo creditavam-no à deusa Ninkasi, que significa “senhora que enche a boca”. Já o nome “cerveja” teria derivado do latim cervesia, uma possível referência a Ceres, deusa da fertilidade e agricultura.

Na Babilônia era comum usar mel e diversas combinações de plantas para se fabricar diferentes tipos de cervejas.

Um pouco mais tarde, por volta de 3400 a.C., os egípcios também começaram a fabricar a cerveja e consumi-la diariamente. Mas a grande expansão da cerveja foi com o Império Romano, Júlio César foi o responsável por introduzir a bebida na Britânia e na Gália, hoje Inglaterra e França, respectivamente.

Na idade média, os monges assumiram a fabricação da cerveja, considerada até então produção familiar, e seguiram até por volta do século XI, já que eles desempenhavam um grande papel social e cultural, recebendo pessoas de outras regiões e assim todo monastério possuía um albergue e uma cervejaria.

A verdade é que na história de qualquer povo antigo é possível encontrar alguma referência de bebidas fermentadas a partir de cereais; desde os sumérios, egípcios, romanos, babilônicos e gregos, até, posteriormente, alemães, francês, belgas e ingleses.

Mica, a menina maluquinha

Mica, a menina maluquinha

Misturaram duas coisas incríveis: brigadeiro e cerveja! Essas duas belezinhas foram feitas pela Brigadissímo Doçaria com as cervejas Demoiselle e Ithaca da @cervejacolorado  (em Degusta Beer & Food)

Misturaram duas coisas incríveis: brigadeiro e cerveja! Essas duas belezinhas foram feitas pela Brigadissímo Doçaria com as cervejas Demoiselle e Ithaca da @cervejacolorado (em Degusta Beer & Food)

a pausa na correria

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em Riviera Bar

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